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06 março, 2009

Prêmio Nabor Pires Camargo 2009

Crédito: DivulgaçãoA Fundação Pró-Memória de Indaiatuba anuncia a abertura das inscrições para a oitava edição do Prêmio Nabor Pires Camargo – Instrumentista. Para participar, os interessados devem enviar à instituição uma música composta por Nabor e outra qualquer de Música Popular Brasileira (MPB). Uma segunda composição de Nabor, indicada no regulamento, deve ser anexada, para confronto. Vale salientar que apenas as duas primeiras serão apresentadas na audição pública. O período de inscrições termina em 15 de maio.

A triagem inicial selecionará 16 candidatos, que participam da audição pública, marcada para os dias 26 e 27 de junho, a partir das 19h, na Sala Acrísio de Camargo (Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3.665). Na primeira noite, o encerramento fica por conta de grupos musicais formados nas oficinas do Casarão. Na segunda, após o resultado final, um show de encerramento será promovido, com a atração a confirmar.

Além da ajuda de custo na viagem dos candidatos e acompanhantes, a Fundação Pró-Memória de Indaiatuba oferecerá almoço para participantes e acompanhantes, nos dias da audição e hospedagem. O regulamento e o resultado da triagem você confere no site oficial do Prêmio Nabor.

Cronologia de Nabor Pires Camargo:

  • 1902: nasceu, em 9 de fevereiro, na casa número 16, da Rua 15 de Novembro, Município de Indaiatuba.
  • 1912: foi admitido como clarinetista da banda infanto-juvenil regida pelo maestro José Lopes dos Reis, o "Dunga", durante a administração do Prefeito Major Alfredo Camargo Fonseca.
  • 1916: tornou-se auxiliar de maestro da banda infanto-juvenil.
  • 1920: admitido como empregado na usina de açúcar da Companhia Agrícola de Guatapará; no mesmo ano, impressão da composição Triste Separação.
  • 1921: transferiu-se para São Paulo; deu início aos estudos de música no Conservatório Dramático-Musical de São Paulo. Nos primeiros tempos na capital, foi clarinetista da Banda do 4° B.C. do Exército (durante o serviço militar), empregado da Companhia de Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (a "Inglesa"), clarinetista da Banda da Lapa, clarinetista da orquestra do Cine São Bento e do Cinema Olímpia. Fez amizade com o jornalista e poeta Dieno Castanho, iniciando com ele, a partir do maxixe Mamãe Me Leva, uma longa parceria em suas composições.
  • 1923: passou a atuar em programas de rádio na Rádio Record.
  • 1930: foi escolhido "Melhor Clarinetista de 1930", prêmio concedido pela Gazeta Esportiva. Gravou seu primeiro disco, no estúdio da Victor da Praça da República, com as composições Matando Saudades e Caindo das Nuvens.
  • 1932: iniciou a impressão dos álbuns Choros do Nabor. Durante o movimento constitucionalista, participou da Banda do Batalhão Piratininga.
  • 1933 a 1937: participou da orquestra e do grupo regional de música da Rádio Educadora.
  • 1934: casou-se com Dona Cleonice, com quem teve uma filha, Marizaura.
  • 1936: o samba Vá Carregar Piano obtém o primeiro lugar no concurso de sambas de São Paulo, interpretado por Arnaldo Pescuma e Januário de Oliveira.
  • 1937: integrou a Orquestra Sinfônica da Rádio Tupi. Ainda na década de 30, foi músico na Rádio Gazeta e na Rádio e Televisão Nacional, além da Orquestra Sinfônica Musical de São Paulo (oficializada no final da década de 40).
  • 1947: primeiros entendimentos com a Editora Irmãos Vitale, visando a elaboração e publicação de um método para clarineta.
  • 1954: acompanha a Orquestra Sinfônica Musical de São Paulo ao Rio de Janeiro, para um concerto no Theatro Municipal, em sua primeira e única viagem àquela cidade.
  • 1967: aposentou-se pelo Departamento de Cultura do Município de São Paulo, órgão ao qual estava subordinada a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo.
  • 1984: primeiro ganhador da Medalha "João Tibiriçá Piratininga".
  • 1985: retornou a Indaiatuba. No final da década de 1980 transferiu-se para Mococa. Declarado sócio honorário do Rotary Club de Indaiatuba no ano rotário de 1985/86 e renovado anualmente até a sua morte.
  • 1996: faleceu em 3 de outubro de 1996, aos 94 anos, deixando esposa (Dona Cleonice), filha (Marizaura), netos e bisnetos.

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